Bloodhound Gang - Uhn Tiss Uhn Tiss Uhn Tissuhn tiss uhn tiss uhn tiss baby!
13 Going on 30

Com um significativo atraso, finalmente vi a comédiazinha água-com-açucar 'De repente 30' (é esse o nome em português?), com a bonitona Jennifer Garner e o Mark Ruffalo. Adoro filmes do gênero 'troca de papéis / viagens no tempo', então sou suspeito para criticar o filme. Jenna (Garner), é uma menina de 13 anos, que depois de uma brincadeira, subitamente se vê com 30 anos, um emprego legal e um corpo fabuloso. Mas a cabecinha, continua a de uma ingênua menina. Ela descobre, então, que neste 'meio-tempo perdido', se tornou uma bitch de marca maior, alienou todos os seus amigos e é considerada uma pessoa detestável. Para complicar mais, reencontra Matt (Ruffalo), o seu amigão de infância, do qual tinha se distanciado de forma horripilante logo depois do 'evento' que a transportou para os 30 anos. Logo, todos os sentimentos que ela tinha recomeçam a florescer, e a resposta dele surge naturalmente. No geral, é um filme bem gostosinho, tem até uma cena de dança sincronizada, como todo bom 'Teenage Movie'. O filme tem toda uma história de resgatar ideais perdidos na infância, blah blah blah... enfim... é de facílima digestão. Bem bom.
Snake of June

Continuando a série de filmes asiáticos malucos, assisti ontem 'Snake of June', de Shinya Tsukamoto (para os que não fizeram a ligação, é o mesmo diretor de 'Tetsuo: the Iron Man', que eu já comentei anteriormente. É um filme, digamos... interessante. Enquanto 'Tetsuo' era sobre o ódio pelo próprio corpo, 'Snake' é uma aproximação contrária, sobre aproveitar ao máximo o que o corpo tem a oferecer, e realizar tudo o que se tem vontade. Conta a história de Rinko (Asuka Kurosawa), uma atendente de uma espécie de 'tele-consolo', que ajuda as pessoas a resolverem seus problemas. Inclusive, consegue dissuadir um dos que ligam a não se suicidar. Alguns dias depois, recebe pela correspondência várias fotos suas em momentos íntimos, e um celular. O cara que ela salvou, resolveu criar um novo amor pela vida, e isso inclui libertar ela das amarras da repressão sexual. Sob a chantagem de devolver as fotos e os negativos, ele a obriga a fazer várias coisas duvidosas em público, como andar com uma microssaia sem calcinha, comprar e usar um vibrador em público, e comprar frutas e vegetais duvidosos, como nabos, pepinos e bananas. Ela faz tudo isso completamente transtornada, mas acaba por recuperar seu material. Depois, vemos novamente a história pelos olhos de Shigehiko, o marido de Rinko, que é velho, gordo, e compulsivo por limpeza. Resulta que, na cabeça de Rinko, o que ela estava fazendo era muito humilhante e vergonhoso, mas pelo o que Shigehiko viu, ela não estava tão inibida assim... O filme é todo preto e branco, tem várias cenas malucas, um apelo erótico bastante diferente, e algumas loucuras típicas, como referências à tentacle porn, voyeurismo, mastectomias... vocês sabem como são os japoneses. Doentes. Mas o filme tem seu valor artístico, apesar de seguir uma storyline meio nebulosa.
Só a véia!!

E prestem atenção também nos nomezinhos ótimos na foto logo acima da marcação: 'Djenifer' e 'Djéssica'. PORQUÊ, meu Deus... tem que colocar esses nomes???

Os Links de Sempre

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A pedida da quinta-feira foi não ver 'Dizem Por Aí', comédiazinha com a Jennifer Aniston, Kevin Costner e Shirley McLaine. Resulta que, aparentemente, o filme 'A Primeira Noite de um Homem', foi inspirado na família Huttinger, da qual faz parte Sarah (Aniston), que se sente totalmente deslocada do resto dos parentes. Gostos diferentes, cidades diferentes, cabelo diferente... Quando ela descobre que Beau Burroughs (Costner) teve um affair com sua vó, e com sua já falecida mãe (e curiosamente, 9 meses antes dela nascer!), ela entra em parafuso com a possibilidade de seu pai ser outra pessoa. Ao conhecer Beau, acaba caindo em seus encantos, e é mais uma da família Huttinger que vai pro saco. Isso acaba criando uma bagunça com seu noivo Jeff, que já está de saco cheio de suas indecisões e inseguranças. É nessa bagunça toda que o filme se desenrola. Não é romântico o suficiente para ser um romance, nem engraçado o suficiente para ser uma comédia, então ficou em um limbo entre os dois gêneros. Conseguiu até roubar cenas e idéias do Thomas Crown, então imaginem que é praticamente um pastiche. Eu ando crítico demais com os filmes que vejo, devo não estar entendendo eles direito... mas o que posso fazer... minha compreensão do filme é inversamente proporcional à atenção com a companhia.
