Sobre o Sexo Tântrico:
O sexo tântrico, como é conhecido no ocidente, consiste essencialmente nas práticas sexuais derivadas do Tantra, ou Tantrismo, um movimento cultural e religioso que floresceu por volta do ano 1000 D.C. Os ensinamentos tântricos estão nos Tantras, escrituras sagradas similares aos Vedas, mas tratando principalmente do princípio feminino do divino, ou shakti. O Tantra foi uma espécie de resposta à filosofia Hindu da época, que enfatizava a separação do mundo para atingir a união com o divino. O Tantra, diferentemente, utilizou uma aproximação não-dualista, afirmando que o 'eu' e o divino não eram entidades separadas, mas parte de um contínuo. Logo, a iluminação era atingida não pelo abandono dos impulsos naturais, mas sim pela exaltação do corpo e do reino terreno. Em outras palavras, eles utilizam o prazer corporal como uma maneira de alcançar a iluminação.
O sexo tântrico evoluiu do tantra e foi injetado na nossa cultura durante a revolução sexual dos anos 60 e 70, quando todas as coisas sexuais e exóticas estavam em voga. O sexo é importante no Tantra. Na realidade, o coito, ou maithunâ, é um dos cinco elementos que compõe o ritual tântrico central dos 'cinco M': Madya (vinho), Matsya (peixe), Mâmsa (carne), Mudrâ (grão) e Maithunâ (coito). O rito Maithunâ é um procedimento sagrado que consiste em tantas horas de preparação ceremonial quantas horas de sexo real, que é normalmente tão formal quanto à preparação. O ato do sexo é bastante simbólico, porque os parceiros se juntam não como mortais, mas como manifestações do Deus (Shiva) e da Deusa (Shakti).
Agora, o que todos querem saber, qual é o lance com não ejacular? O ponto do sexo tântrico é atrasar a gratificação e prolongar o desejo sexual. O homem aprende a ter orgasmo sem ejacular para que ele possa continuar sem sofrer aquele 'cansaço pós-orgásmico'. Mais cedo ou mais tarde, com treinamento e prática, o homem pode se tornar multi-orgasmático sem cansar, o que torna o coito muito mais intenso para ambas as partes. O ato de segurar a ejaculação tem as suas raízes no Tantra; no maithunâ, é importante que o homem não descarregue seu sêmen, porque ele é considerado um produto precioso da força vital. O sêmen é transmutado em uma substância que alimenta os centros psíquicos do corpo, o que prepara para a transformação espiritual que é o objetivo do Tantra. Afinal, como se segura a ejaculação? Vocês homens, lembram-se daquela 'apertadinha' que se dá, digamos, para interroper a urina? Pois é, experimentem fazer aquilo, com muita força, no momento em que começarem as contrações do orgasmo. Requer um pouco de prática, mas depois de algumas vezes, não sai mais nenhuma gota.
Bom, agora vocês tem um melhor entedimento do sexo tântrico e suas origens. Se vocês quiserem aprender mais sobre o Tantra clássico ou então começar a usar incenso e óleos de massagem, vocês que decidam. Eu, pessoalmente, prefiri aprender como me tornar multi-orgásmico.
Divirtam-se!
O sexo tântrico, como é conhecido no ocidente, consiste essencialmente nas práticas sexuais derivadas do Tantra, ou Tantrismo, um movimento cultural e religioso que floresceu por volta do ano 1000 D.C. Os ensinamentos tântricos estão nos Tantras, escrituras sagradas similares aos Vedas, mas tratando principalmente do princípio feminino do divino, ou shakti. O Tantra foi uma espécie de resposta à filosofia Hindu da época, que enfatizava a separação do mundo para atingir a união com o divino. O Tantra, diferentemente, utilizou uma aproximação não-dualista, afirmando que o 'eu' e o divino não eram entidades separadas, mas parte de um contínuo. Logo, a iluminação era atingida não pelo abandono dos impulsos naturais, mas sim pela exaltação do corpo e do reino terreno. Em outras palavras, eles utilizam o prazer corporal como uma maneira de alcançar a iluminação.
O sexo tântrico evoluiu do tantra e foi injetado na nossa cultura durante a revolução sexual dos anos 60 e 70, quando todas as coisas sexuais e exóticas estavam em voga. O sexo é importante no Tantra. Na realidade, o coito, ou maithunâ, é um dos cinco elementos que compõe o ritual tântrico central dos 'cinco M': Madya (vinho), Matsya (peixe), Mâmsa (carne), Mudrâ (grão) e Maithunâ (coito). O rito Maithunâ é um procedimento sagrado que consiste em tantas horas de preparação ceremonial quantas horas de sexo real, que é normalmente tão formal quanto à preparação. O ato do sexo é bastante simbólico, porque os parceiros se juntam não como mortais, mas como manifestações do Deus (Shiva) e da Deusa (Shakti).
Agora, o que todos querem saber, qual é o lance com não ejacular? O ponto do sexo tântrico é atrasar a gratificação e prolongar o desejo sexual. O homem aprende a ter orgasmo sem ejacular para que ele possa continuar sem sofrer aquele 'cansaço pós-orgásmico'. Mais cedo ou mais tarde, com treinamento e prática, o homem pode se tornar multi-orgasmático sem cansar, o que torna o coito muito mais intenso para ambas as partes. O ato de segurar a ejaculação tem as suas raízes no Tantra; no maithunâ, é importante que o homem não descarregue seu sêmen, porque ele é considerado um produto precioso da força vital. O sêmen é transmutado em uma substância que alimenta os centros psíquicos do corpo, o que prepara para a transformação espiritual que é o objetivo do Tantra. Afinal, como se segura a ejaculação? Vocês homens, lembram-se daquela 'apertadinha' que se dá, digamos, para interroper a urina? Pois é, experimentem fazer aquilo, com muita força, no momento em que começarem as contrações do orgasmo. Requer um pouco de prática, mas depois de algumas vezes, não sai mais nenhuma gota.
Bom, agora vocês tem um melhor entedimento do sexo tântrico e suas origens. Se vocês quiserem aprender mais sobre o Tantra clássico ou então começar a usar incenso e óleos de massagem, vocês que decidam. Eu, pessoalmente, prefiri aprender como me tornar multi-orgásmico.
Divirtam-se!
