Iraq for Pacifist Dummies - parte 3
O filósofo inglês John Stuart Mill disse uma vez: "Guerra é uma coisa feia. Mas não a mais feia das coisas." Mill participou da Guerra Civil Americana, e testemunhou todas as trincheiras, linhas de batalha e cemitérios preenchidos por milhares de soldados que deram as vidas em defesa do seu país.
E mesmo assim, a guerra não é a coisa mais feia. Mill diz: "O sentimento patriótico apodrecido e degradado que pensa que nada vale uma guerra, é muito pior. A pessoa que não tem nada pelo que lutar, nada que seja mais importante que sua própria segurança, é uma criatura miserável e não tem chance de ser livre a menos que quando mantido deste jeito pelo esforço de pessoas melhores que ele." Nessas palavras, Mill descreveu o mal personificado em todos os pacifistas que se amontoam por todos os cantos do mundo proferindo uma gama de barbaridades:
Eles só querem o petróleo. - Esta afirmação é sempre baseada na afirmação que George W. Bush criou esta crise para proteger o petróleo do Oriente Médio. O que não se diz aqui é que se os Estados Unidos quisessem mesmo o óleo do Iraque, tudo o que deveria ser feito era levantar as sanções da ONU impostas depois da última guerra. Aí eles poderiam comprar todo o óleo que quisessem por um preço muito menor do que lutar uma guerra.
E não seriam os únicos. A França e a Alemanha estão doidos para normalizar as relações com Saddam. É por isso que eles se opõem a liberar o Iraque. A França está de conluio com Hussein há anos, na verdade. De fato, quando Jacques Chirac era primeiro-ministro da França, em 1975, ele vendeu uma usina nuclear para o Iraque. Foi construída em Osirak, e destruída em 1981 por Israel em um ataque preemptivo. Até hoje a piada dentro da Mossad é chamar a usina de O-Chirac. Além disso, com o fim das sanções, a França vai poder cobrar a dívida que o Iraque tem por anos de ajuda militar e tecnológica.
As sanções da ONU mataram meio milhão de iraquianos de fome. - Isto não passa de outra mentira divulgada pela máquina propagandista do Saddam. O regime perpetua este mito e o reforça fazendo falsos enterros em massa de bebês com até 60 caixõezinhos brancos decorados com fotos dos mortos. Os Estados Unidos e a comunidade internacional fazem grandes esforços para garantir que as sanções econômicas não sejam danosas para as famílias iraquianas. E o que Saddam faz em resposta? Vende a comida e fica com o dinheiro pra ele, costruindo 48 novos palácios presidenciais nos últimos 12 anos. Aqueles leais ao regime são recompesados com assistência médica cara e cirurgias com equipamentos modernos, enquanto o iraquiano médio não tem dinheiro para comprar remédio. O único responsável pelo sofrimento do povo iraquiano é o próprio Saddam, e isto só pode terminar com sua remoção.
Matar é errado. - Digam isto para o Saddam.
Guerra por qualquer motivo é errado (tradução: não vale a pena lutar por nada) e Esta guerra é unilateral e sem evidência. - Primeiro, como assim "sem evidência?" Onde estavam estes pacifistas durante o pronunciamento do Estado da União e a apresentação do Colin Powell na ONU? Segundo, os Estados Unidos nunca disseram nada sobre invadir o Iraque unilateralmente. Sempre foi sendo parte de uma coalizão dos dispostos, mesmo que isso signifique "apenas" a Inglaterra e mais 35 países. Definir qualquer coisa menos do que "sancionada pela ONU" como unilateral é não apenas enganoso, mas entrega o direito à auto-defesa e soberania internacional ao mesmo grupo que tornou a Líbia a líder de um painel de direitos humanos. Isto transforma, em essência, a ONU em um governo mundial. E fazer isso por causa de apenas três países - França, Alemanha e Rússia - quando se tem vários outros apoiando, é uma tolice. Afirmar que esta guerra é errada significa afirmar que manter ditadores como Saddam no poder é certo. Porque os pacifistas tem vergonha de dizer que o imperialismo e os assassinatos em massa do Saddam são toleráveis enquanto não afete outros países? Porque é isso que eles pensam.
O filósofo inglês John Stuart Mill disse uma vez: "Guerra é uma coisa feia. Mas não a mais feia das coisas." Mill participou da Guerra Civil Americana, e testemunhou todas as trincheiras, linhas de batalha e cemitérios preenchidos por milhares de soldados que deram as vidas em defesa do seu país.
E mesmo assim, a guerra não é a coisa mais feia. Mill diz: "O sentimento patriótico apodrecido e degradado que pensa que nada vale uma guerra, é muito pior. A pessoa que não tem nada pelo que lutar, nada que seja mais importante que sua própria segurança, é uma criatura miserável e não tem chance de ser livre a menos que quando mantido deste jeito pelo esforço de pessoas melhores que ele." Nessas palavras, Mill descreveu o mal personificado em todos os pacifistas que se amontoam por todos os cantos do mundo proferindo uma gama de barbaridades:
Eles só querem o petróleo. - Esta afirmação é sempre baseada na afirmação que George W. Bush criou esta crise para proteger o petróleo do Oriente Médio. O que não se diz aqui é que se os Estados Unidos quisessem mesmo o óleo do Iraque, tudo o que deveria ser feito era levantar as sanções da ONU impostas depois da última guerra. Aí eles poderiam comprar todo o óleo que quisessem por um preço muito menor do que lutar uma guerra.
E não seriam os únicos. A França e a Alemanha estão doidos para normalizar as relações com Saddam. É por isso que eles se opõem a liberar o Iraque. A França está de conluio com Hussein há anos, na verdade. De fato, quando Jacques Chirac era primeiro-ministro da França, em 1975, ele vendeu uma usina nuclear para o Iraque. Foi construída em Osirak, e destruída em 1981 por Israel em um ataque preemptivo. Até hoje a piada dentro da Mossad é chamar a usina de O-Chirac. Além disso, com o fim das sanções, a França vai poder cobrar a dívida que o Iraque tem por anos de ajuda militar e tecnológica.
As sanções da ONU mataram meio milhão de iraquianos de fome. - Isto não passa de outra mentira divulgada pela máquina propagandista do Saddam. O regime perpetua este mito e o reforça fazendo falsos enterros em massa de bebês com até 60 caixõezinhos brancos decorados com fotos dos mortos. Os Estados Unidos e a comunidade internacional fazem grandes esforços para garantir que as sanções econômicas não sejam danosas para as famílias iraquianas. E o que Saddam faz em resposta? Vende a comida e fica com o dinheiro pra ele, costruindo 48 novos palácios presidenciais nos últimos 12 anos. Aqueles leais ao regime são recompesados com assistência médica cara e cirurgias com equipamentos modernos, enquanto o iraquiano médio não tem dinheiro para comprar remédio. O único responsável pelo sofrimento do povo iraquiano é o próprio Saddam, e isto só pode terminar com sua remoção.
Matar é errado. - Digam isto para o Saddam.
Guerra por qualquer motivo é errado (tradução: não vale a pena lutar por nada) e Esta guerra é unilateral e sem evidência. - Primeiro, como assim "sem evidência?" Onde estavam estes pacifistas durante o pronunciamento do Estado da União e a apresentação do Colin Powell na ONU? Segundo, os Estados Unidos nunca disseram nada sobre invadir o Iraque unilateralmente. Sempre foi sendo parte de uma coalizão dos dispostos, mesmo que isso signifique "apenas" a Inglaterra e mais 35 países. Definir qualquer coisa menos do que "sancionada pela ONU" como unilateral é não apenas enganoso, mas entrega o direito à auto-defesa e soberania internacional ao mesmo grupo que tornou a Líbia a líder de um painel de direitos humanos. Isto transforma, em essência, a ONU em um governo mundial. E fazer isso por causa de apenas três países - França, Alemanha e Rússia - quando se tem vários outros apoiando, é uma tolice. Afirmar que esta guerra é errada significa afirmar que manter ditadores como Saddam no poder é certo. Porque os pacifistas tem vergonha de dizer que o imperialismo e os assassinatos em massa do Saddam são toleráveis enquanto não afete outros países? Porque é isso que eles pensam.

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