Ladytron - SeventeenCloser
Aproveitando os não-tão descontos de quinta no Arteplex (passou de R$ 3 para R$ 4), fui ver o tão comentado 'Closer - Perto Demais', com o Jude Law, Julia Roberts, Clive Owen e Natalie Portman. A história é bastante simples: Dois casais, um se engraça com a outra, uma se engraça com o outro. Os personagens são bem pitorescos: uma fotógrafa, um obituarista, um médico e uma stripper. Amam um, amam o outro. Traem, se arrependem, voltam. Traem de novo, choram, acabam. É interessante notar que o filme segue um roteiro não muito linear, pois às vezes dá uma voltada no tempo para mostrar o outro lado do que está sendo dito. Como o filme é bastante parado, ele se sustenta só nos diálogos, e, uau, que diálogos! Talvez eu esteja mais emocionado porque devido aos eventos recentes, pude me identificar bastante com alguns momentos do filme. Em resumo, não deixa de ser uma versão encenada da minha reclamação do começo da semana. As pessoas se preocupam demais, não conseguem deixar para trás o que está no passado, e, ao contrário, insistem em trazer à tona coisas que pertencem só à profundidade particular de cada pessoa. Há um prazer sádico em fazer isso, creio eu, pois surge uma justificativa concreta para todos os demônios imaginários que atormentam nossas mentes. São todas aquelas coisas que nós insistimos em não ver, não aceitar, mas que no fundo da nossa cabeça já nos demos conta que realmente aconteceram, e a confissão serve como último prego no caixão. Sabendo a verdade, fica mais fácil odiar. Não sobra espaço para a ilusão e a esperança. Obviamente estou transformando a resenha do filme na parte 2 do meu comentário, mas é que a coincidência do tema do filme com a minha realidade recente é perturbadora. Nota 10 para 'Closer'.
BBB5
Como a minha família pode ser classificada como 'teletonta', é natural que tenhamos o pay-per-view do Big Brother Brasil 5. Ou seja, 24h aguentando aquela turma que fica o dia inteiro atirado pelos cantos, conversando abobrinhas ou fazendo ginástica. Dessa vez, para variar um pouco, eles escolheram as meninas com um cuidado extremo. Nem vou falar da Marielza, coitada, porque a pobre teve um treco. Quero falar das que foram escolhidas pela produção. Vamos começar pela Grazielli. A Miss é um espetáculo. Burra como uma porta, mas um espetáculo. Depois tem a Tatiana 'Ellen Roche'. Também tá ótimo. A Natália, a moreninha, outro filé (que nojentoooo pareço um carioca de beira de praia! uh, goshhhtosa!!). Até a Karla, que não está lá essas coisas de 'comissão de frente', é uma beleza. Pena que a Miss não vai poder posar pra Playboy, senão ela perde o título, mas as outras provavelmente vão parar lá, porque não são burras. Mas é importante que elas não saiam muito cedo da casa, porque senão só conseguem ensaio na Sexy, e aí podem acabar desistindo, posto o baixo nível da revista.
De volta aos livros!
Já faz muito tempo que eu não comento sobre livros aqui no blog. Na verdade, desde 'Quando Nietzsche Chorou', não havia sido dita mais nenhuma palavra sobre o assunto. Mas é que os autores que eu estou lendo vocês já estão cansados de conhecer: Celso Ribeiro Bastos, José Afonso da Silva, Hely Lopes Meireles... mas bem. Para variar um pouco, consegui finalmente terminar de ler alguma coisa diferente. Sushi, da Marian Keyes (Sushi for Beginners, no original), é um livro de mulher, eu admito. Não é tão rasteiro e romanticamente meloso quanto aqueles livrinhos que minha mãe lia, tipo 'Júlia', 'Sabrina' e 'Bianca', mas não por isso deixa de ser um livro de mulher. A história é bastante simples. Lisa Edwards é uma poderosa editora-chefe de uma revista feminina famosa, e quando achava que ia ser transferida de Londres para Nova York, acabou sendo despachada para Dublin para criar do zero uma revista estilo Capricho, a Colleen Magazine. Ashling, a contratada para ser sua assistente, se preocupa demais com tudo, seja com as piadas do seu amigo, seja com o mendigo que dorme na sua porta, seja por morrer de inveja de sua melhor amiga, Clodagh. Clodagh, por sua vez, não tem idéia de onde as pessoas querem tanto estar na sua pele. Apesar de extremamente bonita, ela sofre com duas crianças enlouquecidas e um marido ausente. Ao redor dessas três, e do lançamento da revista Colleen, é que gira todo o livro. Vários rolos com namorados inseguros, tentar seduzir o chefe, resolver um divórcio, arranjar um emprego para o mendigo, enfim, uma historinha totalmente suave, uma leiturinha bem água com açucar. Não é meu tipo de livro favorito, mas hey, pelo menos é alguma coisa que as leitoras do site podem aproveitar.
Gatinhas
Uma loirinha...
Uma moreninha...
...e uma ninfeta! [que coisinha mais linda!]
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