Acabei de ver Vanilla Sky, e tudo que posso dizer é que fiquei embasbacado. O filme é tão bom que eu cheguei a ficar com um nó no estômago no final. Ele tem uma mistura de triste e alegre muito eficiente...
the sweet is never as sweet without the sour...
Nossa, quero falar tanta coisa que nem sei por onde começar... bom. Aviso antes que quem não viu o filme não deve ler muito adiante senão vai estragar a história. No final descobrimos que ele escolheu como momento do splice a hora que estava dormindo no chão da rua. Dali em diante, tudo é um lindo sonho que derrepente começa a dar errado. Agora, imaginem que ótimo poder ter um desses sonhos lúcidos, escolhendo exatamente o momento onde deixa de ser a realidade e começa o sonho? Uma vida perfeita... o meu splice teria acontecido em uma bela noite estrelada em agosto de 1997 onde tudo deu errado. Noites estreladas sempre me lembram daquele amontoado de erros. Vários indivíduos fazendo coisas erradas, nas horas erradas, sendo vistos pelas pessoas erradas. No meu sonho lúcido, nada daquilo aconteceria. Nada teria dado errado, e dali em diante tudo seria exatamente como eu muito sonhei. Claro, para isso eu teria que sacrificar tudo o que aconteceu de bom depois daquilo, coisas que vem acontecendo até hoje... hoje estou aproveitando muito mais do doce porque já tive provei muito do amargo. Agora eu fico pensando. Exatamente como foi dito no filme, o doce nunca é tão doce sem o amargo. Será que eu seria tão feliz tendo só o doce? Essa vida só com alegrias é um assunto muito forte para mim. Me lembra muito do A.I., onde no final o pobre garotinho consegue finalmente um momento perfeito e eterno de felicidade com sua mãe. Inclusive os dois se chamam David.
Não posso falar nesse maldito filme que as lágrimas começam a se precipitar nos cantos dos olhos. Vou parar agora.
Open your eyes
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Nossa, quero falar tanta coisa que nem sei por onde começar... bom. Aviso antes que quem não viu o filme não deve ler muito adiante senão vai estragar a história. No final descobrimos que ele escolheu como momento do splice a hora que estava dormindo no chão da rua. Dali em diante, tudo é um lindo sonho que derrepente começa a dar errado. Agora, imaginem que ótimo poder ter um desses sonhos lúcidos, escolhendo exatamente o momento onde deixa de ser a realidade e começa o sonho? Uma vida perfeita... o meu splice teria acontecido em uma bela noite estrelada em agosto de 1997 onde tudo deu errado. Noites estreladas sempre me lembram daquele amontoado de erros. Vários indivíduos fazendo coisas erradas, nas horas erradas, sendo vistos pelas pessoas erradas. No meu sonho lúcido, nada daquilo aconteceria. Nada teria dado errado, e dali em diante tudo seria exatamente como eu muito sonhei. Claro, para isso eu teria que sacrificar tudo o que aconteceu de bom depois daquilo, coisas que vem acontecendo até hoje... hoje estou aproveitando muito mais do doce porque já tive provei muito do amargo. Agora eu fico pensando. Exatamente como foi dito no filme, o doce nunca é tão doce sem o amargo. Será que eu seria tão feliz tendo só o doce? Essa vida só com alegrias é um assunto muito forte para mim. Me lembra muito do A.I., onde no final o pobre garotinho consegue finalmente um momento perfeito e eterno de felicidade com sua mãe. Inclusive os dois se chamam David.
Não posso falar nesse maldito filme que as lágrimas começam a se precipitar nos cantos dos olhos. Vou parar agora.
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